Aprenda Identificar Pessoas que Possuem Real Falta de Caráter [2017]

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Caráter Ruim, Caráter Bom

Algumas pessoas são simplesmente más enquanto outras são boas?

Existem heróis e vilões autênticos na vida real? É claro que Adolf Hitler vem à mente.

A maioria dos escritores (David Irving sendo a exceção) acha que ele era uma pessoa ruim, sem dúvida.

Mas, além de Hitler e alguns casos semelhantes, uma caracterização grosseira deste tipo parece ser mais uma marca de gêneros populares do que de alta cultura.

Ligue sua TV e não encontrará nenhuma escassez de personagens a serem desprezados (com outros para serem admirados), ao mesmo tempo os romances “de qualidade” que você pondera sobre áreas cinzentas e ambiguidade ética.

Fora da ficção, há uma recusa da faculdade induzida a fazer “julgamentos de valor”.

Não, não, não, as pessoas não são ruins. Eles são infelizes, ou ignorantes, ou não iluminados (ou o oposto de todos estes). Vamos entender tudo, talvez até mesmo justificar tudo, e acima de tudo não fazer “juízos de valor”.

Como eu entendo o pensamento atual na Psicologia, a noção de caráter bom e mau é considerada um “erro de atribuição fundamental”.

Mas essa negação educada e cultivada do caráter humano é removida da experiência fenomenológica e dos sentimentos atuais mesmo daqueles que a proclamam.

Que idiota completo! Quando vamos conhecer um cara legal? São expressões ouvidas em cantos de rua e cantinas de faculdade igualmente.

Quem, de alta ou baixa cultura, gosta de estar ao redor do fanfarrão compulsivo, do mulherengo incurável, do egoísta implacável, do chantagista, do valentão?

Dizer a uma pessoa “seja boa!” Não me parece uma solução realista para o problema da pessoa que é simplesmente, esmagadoramente ruim.

Estou interessado em bom caráter e mau, mas vai falar mais da pessoa ruim principalmente para facilidade de apresentação.

Em minha opinião, a pessoa má está conosco, melhor reconhecida do que negada. Esta visão, com certeza, precisa de uma série de comentários explicativos:

 

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1 – Como uma Pessoa Má difere do Resto de Nós?

Obviamente, há espaço para discordância, alguns enfatizando certas “más” qualidades sobre os outros.

Mas eu descobri que tais desentendimentos são de mais ênfase.

Uma vez que deixamos de lado as diferenças sobre a ordem de classificação, parece haver acordo universal sobre uma lista geral do que é que é indesejável.

Os “sete pecados capitais”, convenientemente mostrados na Wikipedia, parecem cobrir o campo.

Os Sete Pecados Capitais, também conhecidos como Vícios do Capital ou Pecados Cardinais, é uma classificação dos vícios mais reprováveis que tem sido usada desde os primeiros tempos católicos para educar e instruir os seguidores sobre a tendência do homem caído (imoral) ao pecado.

A versão final da lista consiste em ira, ganância, preguiça, orgulho, luxúria, inveja e gula.

Ira: Considero-o como a prontidão demasiado fácil para a raiva, como em “O homem é descontente”.

Ganância: Egoísmo extraordinário. Uma personalidade narcisista.

Preguiça: Preguiça além do esperado.

Orgulho: Pretensão. Reivindicação de crédito quando não há garantia de crédito.

Luxúria: Bem, há John Edwards, Mark Sanford, John Ensign.

Inveja: Sim, e o poder do ressentimento.

Gula: Autossatisfação.

Em todo caso, não insisto em nenhuma lista particular de qualidades indesejáveis. Eu acho que há um acordo comum, em geral, sobre o que é que faz uma pessoa ruim.

Pode-se objetar que cada um desses “pecados”, quando presente apenas com moderação, pode ser perfeitamente aceitável, uma virtude mesmo.

Um homem pode ser movido pela raiva, “ira”, por uma injustiça ou infortúnio, para a ação construtiva e, assim, fazer boas ações.

Um veneno, em pequenas doses, pode muito bem ser uma bênção. Mas esse problema é verbal e não real. Uma quantidade muito moderada de “ira” não é o mesmo fenômeno que a raiva.

Um engano de mentira branca (“sim, seu recém-nascido é de fato o mais bonito de todos eles”) não é o mesmo fenômeno que o de Madoff.

Pode-se também levantar uma questão mais básica: Como sabemos que esses pecados, ou características pessoais, são necessariamente ruins?

Poderia alguém fazer um caso (como aparentemente Ayn Rand fez quando escreveu sobre a virtude do egoísmo) que a ira, a cobiça, a preguiça, o orgulho, a luxúria, a inveja e o engano são todas virtudes ou, se não virtudes, são moralmente neutros?

Bem, sim, um poderia concebivelmente fazer tal caso, mas, Ayn Rand, não um bom caso.

 

2 – Um Traço ou Muitos?

Aqui está a minha conjectura: embora não esteja perfeitamente correlacionada, essas características tendem a se agrupar.

A analogia aqui é com as habilidades mentais (verbais, aritméticas, científicas, etc.), que se mostraram correlacionadas em todas as populações estudadas.

Quando várias habilidades são testadas empiricamente, técnicas de análise multi-variável, principalmente análise fatorial, foram produzidos medidas (“G”) que podem ser interpretadas como medidas de capacidade global subjacente.

Então, eu conjeturo que há uma medida subjacente (“c” talvez) em que algumas pessoas são altas e outras baixas.

Pode-se ter grande desta medida global sem ser necessariamente elevada em qualquer uma das medidas constitutivas.

E como uma pessoa inteligente pode ser particularmente boa em números e não tão bom com palavras, enquanto outro tem a constelação reversa, mas o mesmo QI, então eu imagino que uma pessoa má pode ser particularmente tímido de probidade (alta em engano), mas média em Luxúria, com outra pessoa igualmente má mostrando exatamente o contrário.

Além disso, assim como uma pessoa inteligente em geral pode cair muito curta em uma ou outra das capacidades mentais medidas, então eu imagino que uma boa pessoa em geral pode ter um ou outro traço muito ruim.

É claro que a analogia com as medidas de inteligência recai num ponto muito importante: é possível testar empiricamente as capacidades mentais (com mais ou menos sucesso), mas não parece factível testar (ainda), de forma substancial, os vários pecados mortais.

 

3 – Verificar e Medir a Maldade.

Muitos dos atributos do homem mau dependem, para sua detecção e até mesmo descrição, das percepções e sensibilidades dos observadores individuais. Talvez os avanços futuros na psicologia desenvolvam testes objetivos, mas não estamos lá agora.

Lyndon Larouche tem famosamente declarado que ele mesmo, é o melhor economista do mundo, e mesmo assim por uma grande margem.

Essa declaração pareceria oferecer evidência prima para o pecado do orgulho.

Não é assim para os Larouchies, a quem perguntei. Eu encontrei diferenças de apreciação igualmente duras, e pode muito bem ser que tais diferenças sejam intransponíveis, pelo menos no estado atual do conhecimento.

Tais dificuldades na detecção e na medição podem sugerir que todo o fenômeno da maldade não existe. “O que não pode ser medido não existe”. Esse tipo de epistemologia me parece simplista.

Eu diria que o fenômeno está lá, que partes dele são claramente detectáveis e mensuráveis, e que a despesa de recursos para exploração adicional é garantida.

 

4 – Implicações Práticas

Em situações comuns da vida, dizem que o processo de contratação de um funcionário-chave, há geralmente um reconhecimento implícito de que “o caráter conta“, que é importante saber se na perspectiva se é uma boa pessoa.

Mas na medida em que aqueles que fazem a contratação são afetados pela relutância do homem educado em reconhecer o caráter, essa consideração não é explicitada.

Pode afirmar-se indiretamente, por exemplo, através de um interesse em se ou não fatores de fundo específico pode ser estabelecido: ele tem, ou ele não tem, mostrou ser desonesto em especial nas operações, etc.

Eu diria que por formular a pergunta mais explicitamente – para pedir “ele é uma boa pessoa” – haverá mais franqueza com o processo, e também, espero, uma avaliação mais precisa.

 

5 – Conclusão

Um mau caráter é uma característica que não ousa falar seu nome.

Sabemos que ele está lá entre os nossos companheiros, e nós se referem a ele com frequência, mas é ausente da língua oficial da faculdade-educado (exceto em contextos muito restritos), que preferem persegui-lo como “erro fundamental de atribuição”.

É tempo para deixá-lo fora do armário.

ATUALIZADO: 02.03.17

 

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