Anticoncepcional: 17 Mitos e Verdades sobre a Gravidez

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15 FATOS QUE VOCÊ NÃO SABE SOBRE A GRAVIDEZ

Mais de 73% das mulheres Brasileiras usam alguma forma de contracepção – anticoncepcional, o preservativo ou outro método – durante a fase reprodutiva. Assim, as chances são de que você está familiarizado com as várias formas de prevenção da gravidez.

Dito isto, você pode ter perguntas sem respostas. Por exemplo, você já se perguntou se é verdade que a pílula vai fazer você ganhar peso, ou se usar um DIU pode levar à infertilidade?

Ainda há muito mistério e desinformação por aí, bem como novas pesquisas que nem todo mundo está ciente.

Anticoncepcional 17 Mitos e Verdades sobre a Gravidez

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1. A pílula anticoncepcional reduz o risco de câncer de ovário, ela impede a gravidez impedindo a ovulação. De acordo com um estudo de 2008, se o nível atual de uso de contraceptivo oral permanece estável, 30.000 casos de câncer de ovário em todo o mundo poderiam ser evitados a cada ano.

O estudo também revelou que as mulheres usam mais contraceptivos orais, e isso garante um menor risco de câncer de ovário. No entanto, a pílula também pode aumentar o risco de câncer de mama e do colo do útero, mas nenhum médico vai te indicar para tomar os anticoncepcionais como prevenção do câncer de ovário.

 

2. A pílula anticoncepcional reduz o risco de câncer uterino. Tomar a pílula anticoncepcional diminui o número de ovulações, fluxo de sangue menstrual e frequência dos períodos. Estes efeitos não só ajudam a reduzir o risco do cancro do ovário, mas também o risco de cancro do útero.

Como? Câncer de útero está associado ao alto – ou, em alguns casos, extremos – níveis de estrogênio. As mulheres que têm a síndrome do ovário policístico (SOP), por exemplo, têm níveis particularmente altos níveis de estrogênio e, portanto, um aumento do risco de câncer uterino.

Em geral, a pílula mantém os níveis de estrogênio e progesterona constante, ao contrário dos altos e baixos de um ciclo natural, e isso reduz o risco.

 

3. Seus antibióticos não vão realmente eliminar a eficácia da pílula. Muitas pessoas são avisadas para dobrar a atenção quando se tomam antibióticos. Mas para a maior parte, isso é um mito.

Apenas poucos, antibióticos muito antigos que podem interferir na eficácia da pílula. Uma pesquisa mostrou que a rifampicina pode interferir no controle de natalidade. Os mais comuns, como a penicilina, ou Z-Pak não vai fazer uma grande diferença.

Foi feita uma pesquisa com 43.000 mulheres, o estudo constatou que não houve diferença na eficácia dos anticoncepcionais entre mulheres que tomaram antibióticos junto e as que não tomaram.

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4. Você pode com segurança tomar a pílula continuamente (ignorar o seu período inteiramente). Não há nenhuma razão biológica que você precisa de um ciclo menstrual, a menos que você esteja tentando engravidar, é claro.

Além disso, existem algumas vantagens adicionais em tomar a pílula anticoncepcional por via oral de forma contínua, ou seja: menos períodos, sem inchaço e menos dores de cabeça e cólicas menstruais.

 

5. A pílula não vai ter um efeito importante sobre o seu peso. Ao contrário da crença popular, a pílula não exatamente leva ao ganho de peso, a casos de muitas pessoas que emagrecem.

Este pensamento começou quando as primeiras pílulas (que tinham doses muito mais elevadas de hormônios) chegaram ao mercado. Os comprimidos de hoje oferecem doses mais baixas e praticamente nenhum ganho de peso.

No entanto, temos que mencionar que os resultados dos estudos não eram fortes o suficiente para dizer que não houve efeito sobre o peso, ou seja, varia de organismo para organismo.

 

6. Embora o efeito pode ser leve, o comprimido influencia no libido em algumas mulheres. Mas nem tudo é má notícia, enquanto algumas mulheres experimentaram uma diminuição do desejo sexual, outras sentiram um aumento.

Ainda assim, a maioria das mulheres estudadas relataram nenhuma mudança em seu desejo sexual.

7. Em longo prazo o uso da pílula pode aumentar rapidamente o risco de câncer do colo do útero. Foi descoberto que o risco relativo de câncer cervical aumentou entre as mulheres que usaram a pílula durante longos períodos, quando comparado com as mulheres que nunca usaram a pílula. Infelizmente o risco é verdadeiro e comprovado.

 

8. DIU é completamente seguro, mesmo para adolescentes. O dispositivo intra-uterino (DIU) é a forma mais popular de controle de natalidade, com cerca de 150 milhões de mulheres usando em todo o mundo.

Um estudo recente mostrou que o DIU é uma opção segura para as mulheres jovens também. Os pesquisadores usaram os registros médicos para descobrir se as mulheres que usaram DIU adolescentes tiveram mais complicações, incluindo períodos dolorosos ou fracasso.

As adolescentes não eram mais propensas a ter o dispositivo removido cedo, quando em comparação com as mulheres mais velhas, concluindo o DIU não causa mais complicações nessa faixa etária.

Casos de graves complicações decorrentes do DIU, inclusive gravidez ectópica e doença inflamatória pélvica, ocorreram em menos de 1% das mulheres, independentemente da idade.

 

9. O DIU é o controle de natalidade de escolha para obstetras e ginecologistas. De acordo com uma pesquisa, o uso de DIU na opinião de obstetras e ginecologistas é três vezes maior do que outros métodos contraceptivos nas mulheres em geral.

Por quê? Fácil, o DIU tem menos complicações, são melhores na prevenção da gravidez, e você não precisa se lembrar de tomar a pílula todos os dias. Além disso, apesar do que você pode ter ouvido o DIU de hoje não causa infertilidade.

Além do mais, as mulheres têm uma chance maior de engravidar logo após a interrupção do uso do DIU do que aquelas que pararam com o uso da pílula anticoncepcional.

 

10. O DIU pode proteger você do câncer do colo do útero. Revisando 26 estudos já feitos, os pesquisadores descobriram que as mulheres que usaram DIU reduziram o risco de câncer cervical em cerca de 50%.

Os investigadores pensam que a colocação do DIU pode estimular uma prevenção de doenças como: infecções de HPV persistentes (a principal causa de câncer cervical).

 

11. O DIU pode ser também um tratamento para o cancro endometrial. O tratamento para o câncer endometrial é quase sempre por histerectomia (remoção cirúrgica do útero), que pode ser devastador para as mulheres jovens que querem ter filhos.

Mas um pequeno estudo revelou que um DIU, juntamente com uma injeção para inibir o estrogênio, pode ser um tratamento viável para mulheres com câncer de endométrio em estágio inicial.

Apesar de não funcionar para todos, 27 das 34 mulheres seguiram estável e livres do câncer depois de um ano e nove meses, e a maioria dessas mulheres passou a ter uma gravidez bem sucedida.

 

12. O DIU pode causar sangramento pesado. O DIU de cobre, é uma forma segura de implante contraceptivo a longo prazo. Você pode manter ele em até 10 anos! Mas pode levar a hemorragia intensa e cólica em algumas mulheres.

As mulheres que já têm períodos pesados ou cãibras dolorosas podem querer ficar com os contraceptivos orais ou um DIU hormonal em seu lugar.

 

13. Há um novo DIU para mulheres que não tiveram filhos. Um novo DIU para mulheres que não tiveram filhos é a última coisa boa no mercado de controle de natalidade.

Chamado Skyl, o dispositivo em forma de T funciona da mesma maneira como o único outro DIU hormonal sobre o mercado, o Mirena, exceto que é um pouco menor e liberta a metade da dose de progestina.

As mulheres que não deram à luz podem sentir mais dor após a inserção do DIU, de modo que a Skyla pode oferecer algum alívio.

 

14. Implantes hormonais podem aumentar o risco de Diabetes. As mulheres com sobrepeso ou obesas que usam em longa ação os anticoncepcionais reversíveis (LARC) contendo progesterona, como um DIU hormonal ou o implante, podem ter um risco aumentado de diabetes tipo 2.

Seis meses longos de estudo, mostrou que as mulheres obesas que usam o implante tinham níveis mais elevados de glicose no sangue e sensibilidade à insulina, quando comparados com as mulheres que usam métodos não-hormonais, como o DIU de cobre ou preservativos.

O DIU hormonal também causou um aumento, embora seja muito menor.

 

15. Os preservativos podem ajudar a proteger contra o HPV. De acordo com os centros para controle e prevenção de doenças, os preservativos são uma forma eficaz para ajudar a proteger contra o papilomavírus humano (HPV genitais), que é a infecção mais comum transmitida sexualmente – 32 milhões de Brasileiras estão atualmente infectadas com ele.

HPV é responsável por verrugas genitais, papilomatose respiratória e câncer cervical. Pode também ser pego pelo ânus.

ATUALIZADO: 22/09/2016 (INFOGRÁFICO)

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